A poucas milhas de casa perco-me no meio do ruido de vozes desconhecidas.
Neste pais estrangeiro ouço vozes na minha lingua, mas nem por isso mais familiares.
O teclado em que escrevo quebra a fluidez com que poderia escrever... Letras trocadas da ordem a que nos habituamos tiram-me o raciocinio, envolvem-me numa sensacao crescente de mulher perdida e baralhada...
Guardo so para mim o que penso, o que sinto. Remeto-me ao silencio verbal e escrito.
Ha dias assim.
domingo, 22 de março de 2009
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